Mostrando postagens com marcador Teoria e Prática. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Teoria e Prática. Mostrar todas as postagens

domingo, 11 de dezembro de 2011

Riffs em algumas lições!

Para quem toca guitarra e navega pelas águas turbulentas do rock indo até o metal, o riff é um assunto quase obrigatório ( se não o for ).Vamos começar com um excelente guitarrista e professor Joe Moghrabi. Esta rápida lição nos dá muitos insights a serem aproveitados.Prestem atenção. Depois de assitir este vídeo é bom dá uma relembrada no assunto harmonia.
 
Um site do qual eu gosto muito é o nextlevelguitar, onde sempre encontro dicas interessantes que se estudadas com atenção podem servir para extender o nosso conhecimento e como base para desenvolver idéias. O vídeo abaixo trata de um riff usado em conjunto com a técnica do bend. É só prestar atenção. O único possível problema é que é em inglês, mas mesmo sem saber inglês dá para focar na imagem e reproduzir o que o músico faz com a guitarra.

Mais um bom vídeo com boas dicas sobre riffs. Este rapaz Gilney Parson  postou vários vídeos no youtube com informações útieis. Neste, ele fala sobre a construção de  um riff e acrescenta um pitada de harmonia. É possível a partir daqui criar seu próprio entendimento.  

Até mais. Continuarei garimpado fontes de informações musicais para os queridos leitores deste blog.
Guitarra na mão e vamo nessa! Hehe.

sábado, 10 de dezembro de 2011

Uma lição garimpada - Ritmo no metal

Ai galera, após um longo inverno estou de volta. A partir deste post começo uma nova linha de trabalho. Estarei garimpando lições que eu ache interessantes e posta-las aqui em meu blog, claro que informando a fonte e ficando a disposição do autores das liçoes para retira-las caso vejam algum problema em divulga-las em meu site.  Começo com uma lição de nível básico que encontrei. O autor Vilmar Gusberti a chamou de "guitarra rítmica no heavy metal". Eu senti falta da parte escrita com imagem das figuras rítmicas  na pauta, mas não compromete o objetivo da lição. Cliquem no vídeo abaixo, plugem a guitarra e boa diversão. 


2- Abaixo coloco uma aula em duas parte do mestre Mozart Mello. Para quem não sabe, o mestre Mozart foi professor de Kiko Loureiro e outros venerados guitarristas por aí.



Aconselho  ao leitor procurar conhecer melhor estes mestres cujas aulas aqui serão apresentadas e talvez até tomar algumas aulas com os mesmos.

Antes de ir, deixo um presente. Dois mestres tocando um clássio do jazz. E suplico aos leitores que pesquisem este baluarte da guitarra brasileira que aqui toca com o mestre Mozart. Me refiro a "Alemão" ou "Olmir Stoker" para quem assim preferir. Abraços e até mais.

sábado, 19 de março de 2011

Vamos usar o sistema CAGED para estudar escalas e acordes !


Gosto de guitarra já algum tempo e sempre estudei de modo auto-didata, tendo uma aulinha aqui, pesquisando em livros e mais livros, e o mais importante...me divertindo muito tocando sozinho ou com amigos. Não tenho ( nem posso ) a intenção de ensinar nada, e sim compartilhar o que venho aprendendo e descobrindo por aí. Inclusive se o leitor descobrir alguma falha em algum dos meus posts por favor faça um comentário com a correção, pois que o objetivo aqui é trocar idéias e conhecimentos sobre música e instrumentos. Bem, deixe eu começar falando sobre algo que me incomodava muito e já ouvi alguns amigos se queixando sobre isto: A formação dos acordes e o uso de escalas na guitarra. Quem é de minha geração e não teve uma estudo formal de guitarra, com certeza usou muito aquelas famosas revistas Violão e Guitarra, carinhosamente chamadas Vigu. Mas aí era um Deus nos acuda quando a música tinha os acordes dissonantes, com sua formação de quebrar os dedos e gastar toda a memória para lembrar do shape, hehehe. Então um amigo me emprestou um livro ( que logo depois comprei meu exemplar ) que me deu um novo insight no modo de encarar o braço da guitarra e/ou violão. O livro chama-se Fetboard Logic de Bill Edwards e o sistema que ele enfoca chama-se CAGED SEQUENCE. Vamos entender porque do nome. Repare as letras que formam a palavra CAGED. O autor divide os acordes em cinco formas básicas a saber:
1- Forma C [ dó ]    2- Forma A [ lá ]  3-Forma G [ sol ]  4-Forma E [ mi ] 5-Forma D [ ré ]
A figura abaixo ilustra o que foi dito:

Repare o círculo vermelho mostrando onde está a raiz do acorde. Na figura acima os acordes estão na forma básica, podemos dizer forma aberta ( sem pestanas ). É bom entender que por enquanto estamos falando de formas e não e acordes. Como o próprio Bill diz em seu livro: A forma é o que nossos olhos vêem e o acorde é o que nosso ouvidos escutam.  As formas acima são móveis, e a casa onde elas estejam é que dirá que acorde representam. Por exemplo:  a forma C acima está representado o acorde de dó apenas por estar sendo usada na  primeira casa do braço da guitarra. Se mantivermos esta mesma forma e movermos uma casa ( um fret ) acima  teremos o acorde de dó sustenido. O mesmo vale para as outras quatro formas.
      A imagem abaixo nos mostra  que quando subimos a partir um frete passamos a usar a pestana para manter a integridade da forma.
  Aqui temos as formas que correspondem as acordes menores:
 Tudo que já foi dito em relação ao avanço subindo no braço da guitarra e ao uso da pestana continua valendo. Agora só um detalhe ( observação minha ) para os acordes menores são mais usadas as formas A e E quando se está usando a pestana.

Ex: Forma A para acorde menor com pestana


Forma E para acorde menor com pestana
 Estas formas usam o mesmo princípio no estudo de escalas. Cada forma tem seu correspondente formato para escala. As formas abaixo representam a escala maior para a nota que é representada pela letra R no círculo.
Exemplificando :
     Para que a formas abaixo representem a escala de dó maior teriam que ser formada começando respectivamente nas casas ( frets ) - décima segunda casa ( C ), terceira casa (A), quinta casa(G), oitava casa(E) e décima casa(D).


Só mais um detalhe. Reparem que seguindo a partir da forma C as formas se interligam, ou seja o final de uma é o inicio da outra, permitindo um uso sistemático e linear das mesmas. É fácil perceber que como as formas são móveis, podemos com uma só forma representar qualquer acorde e escala de um campo harmônico. Falarei mais sobre a construção dos acordes e as nossas amigas pentatônicas ( tudo usado as formas discutidas até aqui ) no próximo post. Até lá.